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Política

03/05/2018 ás 12h01

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ALISSON SOARES

Santo Inácio / PI

Wellington Dias nega irregularidades e vai se reunir com ministro do TCU
Wellington irá levar ao ministro documentos que provariam a legalidade na aplicação da parcela de R$ 307 milhões do empréstimo total de R$ 600 milhões. Wellington nega ilegalidade e diz que tudo foi feito dentro da lei.
Wellington Dias nega irregularidades e vai se reunir com ministro do TCU
foto portal cidade verde/ Gabriel Plinio

O governador Wellington Dias (PT) irá se reunir na próxima semana com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múciu Monteiro, na próxima segunda-feira (07).  O ministro é o relator da decisão que determinou a suspensão do repasse de empréstimo da Caixa Econômica Federal ao Piauí. As declarações foram dadas na comemoração do aniverário do Hospital Getúlio Vargas (HGV). 


Wellington irá levar ao ministro documentos que provariam a legalidade na aplicação da parcela de R$ 307 milhões do empréstimo total de R$ 600 milhões. Wellington nega ilegalidade e diz que tudo foi feito dentro da lei.


"Irei na segunda-feira para uma reunião com o ministro José Múcio, que é o relator. Foi uma medida provisória e foi solicitada as devidas informações do Estado e acredito que vamos superar", disse.


O governador voltou acusar a oposição de agir contra o Estado. Segundo ele, a oposição não quer que o dinheiro saia, prejudicando o Piauí.


"É preciso reconhecer o trabalho que foi feito para que este empréstimo pudesse chegar ao Piauí. A Justiça Federal, na Justiça Estadual, no Tribunal de Contas Federal, no Conselho da Caixa Econômica, ou seja, um conjunto de áreas para que dinheiro de rodovias, escolas, um dinheiro para um conjunto de ações importantes para o Piauí. Fico imaginando todo o esforço se fosse para trazer o dobro de recursos que o Piauí precisa", destacou.



Wellington diz que deve prevalecer a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que ordenou a liberação do empréstimo. 


"De um lado a decisão da mais alta instância dos litígios brasileiros que é o Supremo Tribunal Federal, decisão da ministra Carmem Lúcia, inicialmente uma decisão posterior porque não havia o cumprimento da presidente do Supremo e do ministro Fachin onde junto com a procuradora-geral do Estado já começa a tratar como crime de desobediência em relação ao não cumprimento da não liberação do contrato de empréstimo. Creio que isso continua prevalecendo porque a decisão não foi alterada. A Caixa apresentou o cronograma e eu acho que deve ser homologado nas próximas horas e dias pelo ministro Fachin. Eu digo é que o Piauí continua precisando e eu vou continuar em busca dos recursos", disse.


Para o governador, a prestação de contas enviada a Caixa prova a aplicação do dinheiro em obras.


"Não foi isso que foi dito nas várias áreas para onde forma os recursos e onde fizemos a defesa. É muito fácil, sem se quer ouvir o Estado, fazer uma acusação como essa. O fato é que fizemos tudo dentro da legalidade. Recebemos um empréstimo de R$ 307 milhões como está no relatório da Caixa, prestamos contas de R$ 327 milhões, mais do que o valor recebido e fizemos isso dentro da legalidade. Aplicando os recursos em obras que estão visíveis. Você pode ir e verificar cada uma delas. Com o empréstimo queremos antecipar recursos que puder realizar obras que foram feitas e prestado contas. Você pode ir na obra do elevado da Miguel Rosa, tem uma obra lá, pode chegar em outras regiões e encontrar as obras realizadas", comentou.



Lídia Brito
[email protected]

FONTE: Portal cidade verde

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